Tudo aqui vem dos boletins de urna que o TSE publica, seção por seção, e do cadastro de locais de votação de 2026. Nada é estimado, exceto uma conta de prioridade, explicada abaixo.
Pessoas com título naquele lugar que não compareceram no 1º turno. O TSE chama isso de abstenção. Quem morreu, se mudou ou vota no exterior pode continuar no cadastro até a próxima revisão; por isso o número é um pouco maior do que a gente consegue alcançar, principalmente nos centros das grandes cidades.
Quem faltou, mais quem votou em branco, anulou ou escolheu outro candidato. É todo mundo que ainda pode decidir o 2º turno.
O prédio onde várias seções votam. Pode ser escola, faculdade, clube, igreja. Unidades prisionais ficam fora das listas.
A sala com uma urna. Cada eleitor pertence a uma seção; o número está no e-Título. O mesmo número existe em zonas diferentes da mesma cidade, por isso a busca pede a cidade primeiro.
Um grupo de bairros definido pela Justiça Eleitoral, com um cartório responsável. Também está no e-Título.
A única conta nossa. Quanto as faltas pesariam a favor do Lula se quem faltou votasse como os vizinhos que votaram: faltas × (Lula − Flávio) ÷ votos válidos. Exemplo: 1.000 faltaram, Lula teve 60% e Flávio 30%, então 1.000 × 30% = 300 votos em jogo. Serve para escolher onde agir, não para prever o resultado.
A ideia é levar às urnas quem mora onde a maioria votou no Lula. Escolas onde Flávio Bolsonaro venceu aparecem em cinza no mapa e fora dos rankings, mas a busca encontra qualquer escola, e a página dela funciona igual.
O mesmo cálculo para o 2º turno de 2022 (Lula × Jair Bolsonaro), escola por escola, para as escolas que existiam com o mesmo número nos dois anos (9 em cada 10).
resultados.tse.jus.br (pleito 3220). Um arquivo por seção; lemos todos.